sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Coromuel


Precisava de ter alguma coisa sensível para dizer ou inteligente, também servia, mas não me ocorre nem uma nem outra.

Corro, corro muito, muito mais depressa do que o vento. Sem sequer ouvir a batida do meu coração, sem ter medo que pare. A música isola-me das passadas, dos ruídos e poupa-me no cansaço.

Só me resta o som, a luz e o vento. O vento que tento vencer.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Click.

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

6 anos.

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

As ilusões enganam-me sempre. Sempre.

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Novembro, de novo.

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009



Já aqui disse que gosto tanto de voar como o medo que sinto quando penso que o vou fazer. Não sei explicar muito bem, mas gosto da montanha de sensações que vou experimentando nos dias antes. Ora penso que tudo pode correr mal como consigo racionalizar e ficar com a certeza que é o transporte mais seguro do mundo.

Estou numa zona onde os ouço levantar e aterrar. Normalmente fazem-se à pista pela praça de Espanha e consigo vê-los por cima dos jardins da Gulbenkian. Quando levantam por cima de Lisboa, costumo dizer,  sempre, como quem domina as ciências meteorológicas, que o tempo vai mudar.

Quando conduzo e vejo um avião, o risco de ter um acidente aumenta imenso porque passo a ter muito mais atenção com o que se passa lá em cima do que na estrada.

E depois não deixo de pensar nas pessoas que lá vão dentro, as mãos suadas e a batida cardíaca acelerada. As orações que se devem fazer. Mas também a alegria que muito deles devem sentir por ir, para algum lado.
Por mim, penso sempre que não me importava nada de estar dentro de um desses aviões, mesmo com receio, para um destino qualquer, sei lá, assim ao acaso, Aruba...

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Este blog está a perder o seu sentido, se é que alguma vez teve um. Mas antes que isso aconteça definitivamente, vejam, por favor, aquele link novo que acrescententei ali ao lado, na coluna dos restaurantes, é o Evan's Kitchen Ramblings. Mesmo que não gostem de blogs de comida, poderão gostar de música e ali é boa. Têm que gostar, pelo menos, de uma das duas.

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009


domingo, 18 de Outubro de 2009

Paixão de amor, entenda-se.

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

A verdade vem com a fúria ou com a paixão?

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

terça-feira, 6 de Outubro de 2009


Quem nunca viu uma maçã cair da árvore não poderá entender completamente Newton. (Quem nunca viu uma maçã ser atraída pela terra, não poderá compreender completamente Newton.)

quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

La Palisse

Não sou normal.

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

video

Está muito na moda a assunção de que choramos ou não, no cinema ou fora dele. De tal maneira tenho ouvido até naqueles estafados questionários aos candidatos às eleições. E é, decididamente, politicamente correcto chorar-se no cinema e eu não fujo à regra.

As imagens que editei ali em cima, são dum filme de 1937 que há muitos anos atrás vi num daqueles canais de filmes antigos e sem qualquer legenda, o TCM.

O filme é sobre Harvey Cheyne Jr., um miúdo novaiorquino mimado, órfão de mãe e filho de um pai magnata e ausente, que cria problemas na escola e é suspenso durante a primavera. O seu pai é aconselhado a passar mais tempo com o filho e decide levá-lo à Europa de barco. Durante a viagem, Harvey cai no mar e é salvo por um marinheiro pescador chamado Manuel.

O marinheiro leva o garoto para o veleiro do Capitão Disko, para quem trabalha como pescador. Harvey fica a saber que o veleiro só voltara para terra após acabarem a pescaria. E que isso demorará pelo menos três meses e nem a promessa de que o pai pagará a pesca toda parece interessar aos pescadores. Ninguém demonstra muito interesse em acreditar que o miúdo é filho de um milionário. Também acham que transportar passageiros "dá azar". O capitão Disko então faz de Harvey membro da tripulação e o entrega a Manuel para que este o faça trabalhar e com isso evitar trazer azar para os marinheiros.

Manuel e Harvey tornam-se bons amigos e o miúdo esforça-se para ser um bom pescador, um bom marinheiro mas, acima de tudo aprende a ser uma pessoa melhor.

Este filme é duma simplicidade incrível e a transformação, ou melhor, a revelação do bom carácter do miúdo é enternecedora. Pode ser muito piegas, mas não consigo mesmo evitar o choro quando vejo este filme. O Spencer Tracy ganhou um Óscar com esta interpretação e é muito engraçada a tentativa que ele faz em falar português. Quem quiser e tiver paciência, pode ver uns excertos aqui, aqui, aqui e ainda aqui. Ah, para os mais letrados, a história é baseada numa novela de Rudyard Kipling.

sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

Sade, Março de 2008

quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

Não consigo fugir de mim. Cada vez menos.

segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Eu bem senti que alguém me seguia...


Ver mapa maior

quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Your are the sunshine of my life

Há qualquer coisa em mim, (só pode ser culpa minha, evidentemente) que inspira confiança a gente maluca (maluca mesmo, clinicamente falando). Não estou a falar dos outros malucos que vou conhecendo e que inconscientemente me dão algum afecto. Estou a falar de malucos malucos, aqueles que vão mesmo ao médico e que tomam medicamentos.

Juro que não os encorajo e, até, tento ser o mais sisudo possível. É com esses que eu mais me calo e melhor ouço e espero que não percebam o que me vai na cabeça quando os estou a ouvir. Desde teorias sobre porque é que o euromilhões não lhes sai a eles e só sai a pessoas que nasceram antes de 1949 (o que me afasta completamente desse grupo) até a outras que vêem "homenzinhos verdes" que as perseguem.

Depois há o grupo dos bipolares (com atestado médico) e dos com dupla personalidade (o mais recente) até aos outros com doenças mais graves e profundas como a esquizofrenia.

A mais perigosa que eu conheci foi uma pessoa a quem ainda não "tinha caído a ficha" e não percebia mesmo que estava doente mas que tinha uma vida aparentemente normal, dentro da normalidade que constituia a sua vida. O mais curioso é que parecia que só eu via aquela loucura. Quando a ouvia, no equinócio da sua demência, olhava para todo o lado para ver se os outros percebiam o mesmo que eu e ficava muito assustado porque parece que só eu parecia entender aquele estado.

Noutro caso fui percebendo a evolução, mas quando referia "olha que aquilo que ele anda a fazer é uma loucura" achavam que apenas estava a usar uma figura de estilo. Só quando começou no lítio é que entenderam o que eu queria dizer.

Sinto-me muito dividido com esta constatação cada vez mais evidente que "atraio" malucos. Ainda não sei se é uma boa característica ou se também vêem em mim um igual. O que sei é que fico muito angustiado porque parecem esperar de mim uma compreensão, uma ajuda que acho que não posso dar, que não sei dar. Mas não consigo fugir, não consigo não me importar embora tenha a certeza que, se fosse uma opção, não a quereria.

quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Como já tinha dito aqui, está quase aí...

segunda-feira, 17 de Agosto de 2009




Enchi os meus dias e as minhas noites com as vidas dos Ribera Flores, as aventuras do Tomás Noronha e os seus inúmeros Cristovãos Colombos e finalmente com a fantástica história do David Martín mais os meus já conhecidos Sempere, filho e pai, o Barceló e o Cemitério dos Livros Esquecidos. Tudo passado no Passeig del Born que conheço tão bem.

Acontece-me sempre isto, quando gosto tanto assim dum livro. As saudades que me deixa parecem que não acabam nunca, fico com vontade de ficar a viver dentro dele mais tempo, chego a desejar que nunca acabasse.

terça-feira, 4 de Agosto de 2009

Touch

Without your touch I've been lost without the thing I love
Without your kiss I've been dreaming of the things I miss

Your eyes, your mouth, your lips, your touch
(Your eyes), (your mouth), (your face), (your touch)

Who am I (Who am I)
Not to take (I'm not to take)
A walk with me (a walk with me), no one knows, (still)
Who am I (I need to know)
Not to take (What time it sell)
A walk with me (Will it show) let it be

Each day I miss, I remember times I use to kiss
Your mouth (Your mouth), your eyes (your eyes), your face (your face), your touch (your touch)

Who am I (Who am I)
Not to take (I'm not to take)
A walk with me (a walk with me), no one knows, (still)
Who am I (I need to know)
Not to take (What time it sell)
A walk with me (Will it show) let it be

(Still I need to know), (What time it sell), (Will real it show)
(Still I need to know), (What time it sell), (Will real it show)

And I say
Who am I (Who am I)
Not to take (I'm not to take)
A walk with me (a walk with me), no one knows, (still)
Who am I (I need to know)
Not to take (What time it sell)
A walk with me (Will it show) let it be

Who am I (Who am I)
Not to take (I'm not to take)
A walk with me (a walk with me), no one knows, (still)
Who am I (I need to know)
Not to take (What time it sell)
A walk with me (Will it show) let it be

Your mouth, your eyes, your face, your touch
Your touch, your touch, your touch, your touch.

segunda-feira, 27 de Julho de 2009

A tal da Silly Season

Já tinha ouvido falar destes dias de Lisboa. Quentes e desertos. Todos se referiam a eles como sendo bons para andar na cidade, com lugares de estacionamento para toda a gente e sem confusão.

A falta da familiaridade a tais dias deve-se provavelmente ao facto de ter trabalhado, nos últimos 4 anos, na linha de Cascais. Aí, no remanso duma zona habitacional, era igual o ano todo, mudando apenas as estações que, aliás, se estendiam no bom tempo.

Hoje confrontei-me com imensos espaços para estacionar o carro e pouca gente na rua, mas não gostei muito. A cidade fica mais triste.



sexta-feira, 24 de Julho de 2009

Notebook blues

O meu portátil decidiu pôr temo à vida na passada 4ª feira. Ainda o encontrei com vida e, até ontem à noite, tentei por tudo trazê-lo à vida.

Decidi por fim fazer-lhe a autópsia e tentar recuperar o seu coração que guardo preciosamente numa caixinha para o tentar ligar a uma máquina que possa servir no futuro.

Claro que backups é coisa só para nerds e só depois de ele ter decidido suicidar-se é que ainda tentei fazer isso, mas tarde demais. Tenho a esperança de poder sacar-lhe tudo o que da minha vida confiei nestes últimos 4 anos ao seu coração de metal.

Não é, decididamente, um dia bom. Aliás, para variar...

quinta-feira, 16 de Julho de 2009

I never can say goodbye

video

quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Repost: Cuidado comigo, deixei de fumar... *

É fácil deixar de fumar!

Eu sei o que estou a dizer, porque já o consegui, pelo menos, umas três vezes. E sempre com imenso sucesso.

Da primeira vez, estive nove meses sem fumar. E um dia, por causa duma "discussãozinha", acendi um cigarro. Eu disse que era só aquele, mas no fundo sabia o que estava a arriscar. Depois de uns largos meses, se calhar mesmo um ou dois anos a fumar, tornei a deixar no dia em que dei por mim a fazer a barba e a fumar uma cigarrilha, em jejum.

E assim estive durante quase dois anos. Nunca contei o tempo, mas foi muito. Um dia, ou melhor, uma noite de Verão, depois de uma "caldereta de lagosta", bem comido, melhor bebido e em muito boa companhia, sucumbi a uma cigarrilha. Aquela conversa do costume, que a cigarrilha não faz mal, que os cigarros é que fazem mal porque estão carregados de papel (!) e de chumbo e de tudo o mais. E que as cigarrilhas é que são boas, tão boas que até os índios as fumariam, se lhes chegassem. A verdade é que passados três dias já fumava uma boa cigarrilha, logo depois do pequeno almoço, das tais que até os índios fumariam.

Assim estive até há dois meses atrás, quando deixei novamente de fumar (eu bem disse que sabia do que estava a falar...) Verdade, verdade é que já tinha tentado deixar o vício uns tempos antes. Mas desisti de deixar de fumar quando dei por mim, às 3 da manhã, na cozinha, a tentar assar uma farinheira (note-se que a cozinha não é a minha assoalhada preferida!), acompanhada com dois ovos estrelados e uma cerveja preta.

Tinha estado uma semana inteira sem fumar, mas em compensação dava por mim sem sono e a fazer verdadeiros "raids" à cozinha e à despensa. Parecia um daqueles aspiradores industriais Nilfisk. Aspirava tudo o que era e não era comestível e que encontrava à minha frente. Desisti de desistir de fumar. Mas por momentos...

No passado mês de Setembro, mais propriamente num fim de semana em que tive de tudo, aniversários, baptizados e casamentos (bem, só faltava um funeral, mas para estes, normalmente, não há convites antecipados - avisam-nos em cima da hora) decidi deixar de fumar. Passei o fim de semana em festa (claro que não incluiu o funeral) e abusei, propositadamente, dos cigarros. No Domingo, por volta da meia noite ainda havia uns cinco cigarros no maço. Decidi que não me deitaria sem os fumar, resolvido a não fumar mais nenhum além daqueles. E assim foi. Às 4 da manhã já eu estava agoniadíssimo e com uma enorme dor de cabeça. Estava no ponto!

No dia seguinte, quando acordei, não fumei. Não foi muito difícil resistir.

A verdade é que de todas as outras vezes que deixei de fumar foi assim. De um momento para o outro. Com preparação, mas de vários cigarros para nenhum. Pessoalmente, acho que só pode ser assim.

E depois... Bem, depois vem a parte mais difícil. Mas também a mais sensitiva, em todos os aspectos. A tensão arterial, bem como a frequência da batida cardíaca baixaram de um dia para o outro. Essa é a primeira consequência benéfica que adquiri no imediato. E percebi isso logo. Passados uns dias, muito poucos, dei por outra consequência também quase imediata. Aquele sabor na boca pouco agradável de um fumador ao acordar. Passados mais uns dias, isso começa a reverter. E depois a pele. Claro que este aspecto parece ser mais importante para as mulheres, mas não é assim. O ar macilento que a pele dos fumadores pode apresentar, só se percebe quando ele desaparece. De repente o ar esverdeado desapareceu... É verdade, tudo melhora: o olfacto, o paladar, a respiração, a pele, a tensão arterial, a frequência da batida cardíaca, a sensação de fadiga, enfim, tudo.

E o que temos que pagar para obter todos esses benefícios? Temos que pagar a factura dos anos que passámos a fumar. Agora vem a parte ainda mais difícil: a irritabilidade, as insónias, o apetite desmesurado, os tais "raids" às despensas, a nervoseira, as mudanças de humor. Mas pode resolver-se isto com alguma facilidade. Quando se sentir irritado e com vontade de implicar, aproveite para fazer aquelas reclamações pendentes, com a Netcabo, com as operadoras móveis, com a TVCabo. Aproveite toda essa energia para pôr as reclamações em dia!

Quanto aos outros fumadores, não os hostilize. Quando os meus amigos fumadores sabem que deixei de fumar, alguns evitam fumar à minha frente. Mas peço-lhes que fumem e até que atirem o fumo bem para cima de mim. Sempre mato as saudades.

O pior são as refeições. Refeições bem temperadas e álcool não ajudam em nada. Mas se perceber que a vontade de fumar dura menos de 10 minutos... uma dor de dentes é bem pior e dura muito mais tempo.

Uma semana depois de ter deixado de fumar, fui com três amigas (duas delas fumadoras e outra que estava a deixar o vício, mas sem grande convicção) jantar ao Rui de Silves. Alguns saberão o que é o Rui de Silves. Uma marisqueira onde se diz serem servidas as melhores imperiais de Portugal. Enquanto não mandarmos parar, as imperiais continuam a ser servidas "ad eternum". Depois do jantar, as amigas fumadoras, puxaram do óbvio cigarro. A amiga desistente nem tentou resistir e puxou também de um cigarro. (Puxar de um cigarro, que expressão apropriada...!) E ali fiquei, bebido das imperiais suficientes para me toldar a vontade e o discernimento. E foi muito difícil resistir. Talvez o momento mais difícil daquela semana. Mas resisti! A vontade ENORME de fumar, durou uns cinco minutos. E depois daquela provação, todos os outros desafios foram mais fáceis... Aquela tinha sido uma montanha muito difícil de transpor, mas que transformou a restante cordilheira em colinas de fácil subida e ainda mais fácil descida.

Outra coisa. Diga a toda a gente que deixou de fumar. Aos amigos e aos conhecidos. Quando perceber uma situação de conflito latente, vá logo avisando: "Olhe que eu deixei de fumar!!" Este aviso costuma funcionar.

Contabilize os dias que passou sem fumar. Quando vier a tentação, dá sempre jeito saber quantos dias de abstinência estragará com um momento de fraqueza. Se não se satisfizer com esse número, multiplique-o pelo número de cigarros que costumava fumar. Nós gostamos de números grandes e esse será ainda maior.

Um dia, e não será muito tempo depois, vai deixar de sentir a falta deles. Pelo menos tantas vezes. Por vezes, ainda sinto a falta dos cigarros. Sobretudo depois de comer coisas bem temperadas, de beber aquele vinho tão bom, naqueles momentos de convívio depois da refeição. Para mim, acabaram as tertúlias pós-refeição à mesa.

Deixei de fumar há muito pouco tempo. Pela minha experiência, não estou a salvo. O que tenho mais do que das outras vezes é a experiência dos fracassos que vou tentar usar a meu favor. Sei que sou como um alcoólico, que nunca mais poderei tocar num cigarro sob pena de recair. Mas também não penso muito nisso.

Das outras vezes nunca pensei deixar de fumar para sempre. Dizia que era enquanto durasse. Agora não. Quero que seja durante muito mais tempo.

* Publicado aqui a 17 de Novembro de 2003.

segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Ironia do dia


Sesimbra

quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Gostava de ser um aborígene.
Gostava de não ter tão boa memória.
Definitivamente, gosto de sonhar.

quarta-feira, 1 de Julho de 2009

quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Coisas a evitar I

O património do rancor.

quarta-feira, 17 de Junho de 2009

A decepção dói. Muito!